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9 DEC

Rodrigo Garcia Dutra e a arquitetura de luz

rodrigodutra

As instalações de Rodrigo são cheias de fluidez – marca registrada de seu trabalho – e ele constrói a cada obra uma nova proposta de arquitetura volátil, sempre muito perto do sonho.

Tá, parece isso tudo parece muito abstrato. Mas, resumindo de modo simples, fica assim: para Rodrigo, o processo da experiência, principalmente com a luz, é o que conta. É o que sentimos em contato com a obra, encontro com a vivência fluida que vale. Por isso os materiais são baratos, achados ou reciclados, e ele realmente “ocupa” os espaços. O artista usa o formal para dialogar com o espiritual.

Para ele, o projeto do House veio em um momento muito especial: logo depois de passar dois anos fazendo mestrado fora do Brasil, em Londres, retornou à terrinha e já caiu nesta casa, cheia de informação vinda de todo lado. Adorando a experiência, se empolgou: “Nossa, a gente devia sair daqui e novos artistas chegarem, num contínuo. É tão bacana!”.

Se na primeira exposição Rodrigo ocupou apenas um espaço, na segunda mostrou que a inspiração da casa foi incrível. Três instalações, em três andares, mostram um pouco do universo do moço. E vale a pena passar um bom tempo olhando (e até literalmente mergulhando) em cada uma delas.

Para saber mais sobre Rodrigo, acesse o site dele aqui.