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12 DEC

Olhar do Visitante – Segunda Exposição

Convidamos Philip Rossetto, que passou por aqui hoje, pra nos mostrar a exposição pelo seu olhar. Aqui está o resultado, nas fotos do que mais chamou a atenção do moço. Vale conferir.

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11 DEC

O quarto do “Te quero”

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Uma foto do quarto onde foi feita a sessão de fotos da Alessandra Cestac ainda vazio. É incrível observar como a presença das pessoas muda tudo. E como cada corpo também “redecora” o lugar.

Não tá entendendo nada? Vem visitar o quarto 216!

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9 DEC

A segunda exposição no ar

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Não veio ainda? Veio e já deu saudades? Confira a galeria com as fotos da segunda exposição no House aqui.

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8 DEC

Despojos, por Gabriela Golder

Na abertura da segunda exposição, Gabriela Golder promoveu aqui no House uma performance emocionante. Confira abaixo uma ediçãozinha de alguns trechos de atores/escritores lendo textos de própria autoria sobre sentimentos de amor e passagem.

“Despojos” (2009) de Gabriela Golder from Red Bull House of Art on Vimeo.

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4 DEC

A Cidade Engole o Corpo, por Luiza Cantanhede

Luiza é uma das monitoras da casa e, a nosso pedido, fez uma releitura da obra que mais a inspirou nesse período da primeira exposição. A moça se inspirou nas fotos de Alessandra Cestac, trabalho com que se identificou desde o início.

Confira aqui o resultado:

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27 NOV

Perdeu a primeira exposição? Faça a visita guiada em vídeo

Os curadores da exposição, Lucas Bambozzi e Maria Montero, fizeram uma visita guiada para o povo que perdeu a primeira exposição. Confira a primeira parte do tour aí embaixo (a parte dois sobe na segunda-feira).

EXPOSIÇÃO INTRO – VISITA GUIADA – PARTE 1 from Red Bull House of Art on Vimeo.

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26 NOV

Balloon art (narrado por Gabi von Koss)

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Ontem um visitante entrou, passeou pela exposição e concluiu: “Nossa moça, que chique, moça!”. Depois disso, fez questão de deixar um presente para a casa. E não é que o moço também é artista?

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15 NOV

Entrou, sentou, ficou

Desde a inauguração, o House recebe todo tipo de pessoa. E ver a maneira como reagem às obras com as quais mais se identificam é uma exposição a parte. Como esse dois casos aqui, que rolaram no mesmo lugar – a Galeria I, onde está o trabalho Stretch do Rui Gato, um artista que usa som como instrumento de trabalho.

O primeiro caso envolve um casal de visitantes, interessados e interativos com toda a exposição, até chegarem à obra do Rui. Ali, se acomodaram juntos no colchão, inicialmente numa espécie de posição de lótus e, abraçados de corpo inteiro, começaram a meditar. Foram mudando de posição, em total sintonia o som criado pelo artista:

foto por Ola Persson

foto por Ola Persson

Pouco depois, entrou um rapaz bem interessado por várias das obras: perguntou, olhou, refletiu, discutiu. Quando chegou à Galeria I, ficou. Voltei algumas vezes, para me assegurar de que ainda estava ali. Sentou no colchão, onde ficou tranquilamente com os olhos fechados. Saiu e entrou na Galeria II, para ver a instalação do Rodrigo Garcia Dutra. Então voltou para perguntar: “Posso entrar ali [Galeria I] de novo?”

foto por Ola Persson

foto por Ola Persson

Por coincidência, um tempinho antes eu havia perguntado ao Rui como ele se sentia ao ver a maneira como as pessoas reagem ao seu trabalho. A resposta foi bem direta e sem falsa modéstia. Disse que realmente tem noção da vibração que sua obra transmite.

E isso é uma coisa que agora dá pra ver, é praticamente palpável.

*Gabrielle Von Koss, uma das monitoras da exposição e aluna de design gráfico da FAAP e acredita que “Sometimes inspiration comes from crazy places”

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15 NOV

Como se produz uma exposição

Quando visitamos uma exposição, nunca imaginamos todo trabalho que acontece antes.  Além da curadoria do evento – responsável pela escolha das obras – existe toda a parte de produção. Pinta a parede, fura o teto, comanda equipe técnica, atende mil vezes o telefone. O possível (e quase sempre o impossível)  é feito para o evento acontecer.

Na produção do House of Art, o time encabeçado por Marcos Farinha se concentrou na produção da casa, desde meados de outubro. O primeiro passo  foi colocar a casa em ordem, cuidando da limpeza do prédio, que há tempos estava desativado. Depois disso, o foco foi a parte de cenotécnica, cuidando da parte elétrica, hidráulica e de segurança do hotel. A partir do último dia 04, com a chegada dos artistas, as atenções se voltaram para a montagem da exposição, no qual, além da parte de cenografia, os produtores auxiliaram os artistas a colocarem suas obras em pé. Artistas como El Bocho, Zander Blom e Hiraku Suzuki criaram parte de seu material exposto na própria galeria, contando sempre com todo suporte de produtoras como Andréa Armentano, Cassia Rossini e assistência de Célia Kumati.

A produção e montagem da obra do artista norte-americano Grant Davies foi um caso curioso, refletindo a onipresença que a Internet proporciona. Como o artista não pôde aterrissar em terras brasileiras durante a semana passada, toda a comunicação e montagem  de sua projeção foi realizada por meio de videochat. Davies disse que já trabalhou nesse formato online com algumas galerias e disse que ficou bastante satisfeito com o resultado aqui no House of Art.

Confira as fotos do making of da produção da exposição pelas lentes da curadora Maria Montero:

montagem da produção

Produção e Montagem da 1a exposição

Produção e Montagem da 1a exposição

Para ver mais fotos da montagem da exposição, clique aqui.