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12 DEC

Olhar do Visitante – Segunda Exposição

Convidamos Philip Rossetto, que passou por aqui hoje, pra nos mostrar a exposição pelo seu olhar. Aqui está o resultado, nas fotos do que mais chamou a atenção do moço. Vale conferir.

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11 DEC

O quarto do “Te quero”

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Uma foto do quarto onde foi feita a sessão de fotos da Alessandra Cestac ainda vazio. É incrível observar como a presença das pessoas muda tudo. E como cada corpo também “redecora” o lugar.

Não tá entendendo nada? Vem visitar o quarto 216!

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10 DEC

Presentes do El Bocho

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El Bocho já voltou pra Berlim, mas deixou em São Paulo um monte de presentes, como essa intervenção num tapume aqui do lado do House.

Veja mais fotos da arte do alemão pelas ruas de Sampa no no site do próprio artista aqui.

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9 DEC

Zander + Bocho, por Juliana Garzillo

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Juliana Garzillo é uma das monitoras do House e se inspirou nos trabalhos de El Bocho e Zander Blom para compor a sua própria obra.

De um cor-de-rosa vivo, cor pouco usada no street art e que virou uma das cores favoritas do alemão, surgem as primeiras referências.

No mais, a menina se inspirou na temática ‘do contra’ de Zander. Para ler o que está na caixa, é necessário fazer com que um objeto de base quadrada descreva um movimento de rotação. É meio incômodo, mas necessário. Como a obra do sul-africano.

Por fora, lê-se a mensagem: “The lider of the rats is going to wake up the world”. Fica a critério de quem lê decifrar o significado. Mas a dúvida fica no ar…

E a curiosidade faz o observador tomar assumir um papel ativo e abir a caixa. Lá dentro, nova surpresa. Com um vermelho-sangue escorrendo para dentro da estrutura, a frase “Tonight we will rise” finaliza o trabalho. E a experimentação de Juliana.

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9 DEC

A segunda exposição no ar

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Não veio ainda? Veio e já deu saudades? Confira a galeria com as fotos da segunda exposição no House aqui.

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9 DEC

Rodrigo Garcia Dutra e a arquitetura de luz

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As instalações de Rodrigo são cheias de fluidez – marca registrada de seu trabalho – e ele constrói a cada obra uma nova proposta de arquitetura volátil, sempre muito perto do sonho.

Tá, parece isso tudo parece muito abstrato. Mas, resumindo de modo simples, fica assim: para Rodrigo, o processo da experiência, principalmente com a luz, é o que conta. É o que sentimos em contato com a obra, encontro com a vivência fluida que vale. Por isso os materiais são baratos, achados ou reciclados, e ele realmente “ocupa” os espaços. O artista usa o formal para dialogar com o espiritual.

Para ele, o projeto do House veio em um momento muito especial: logo depois de passar dois anos fazendo mestrado fora do Brasil, em Londres, retornou à terrinha e já caiu nesta casa, cheia de informação vinda de todo lado. Adorando a experiência, se empolgou: “Nossa, a gente devia sair daqui e novos artistas chegarem, num contínuo. É tão bacana!”.

Se na primeira exposição Rodrigo ocupou apenas um espaço, na segunda mostrou que a inspiração da casa foi incrível. Três instalações, em três andares, mostram um pouco do universo do moço. E vale a pena passar um bom tempo olhando (e até literalmente mergulhando) em cada uma delas.

Para saber mais sobre Rodrigo, acesse o site dele aqui.

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8 DEC

Despojos, por Gabriela Golder

Na abertura da segunda exposição, Gabriela Golder promoveu aqui no House uma performance emocionante. Confira abaixo uma ediçãozinha de alguns trechos de atores/escritores lendo textos de própria autoria sobre sentimentos de amor e passagem.

“Despojos” (2009) de Gabriela Golder from Red Bull House of Art on Vimeo.

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8 DEC

Grant Davis, o VJCulture

Em seu trabalho como VJ, Grant já se apresentou para audiências nada modestas. Em shows com artistas como Beck e Mary J. Blige, ele desenvolveu sua experiência com live video. Mas o moço não pára por aí: ainda organiza eventos de projeções em larga escala e edita publicações de interesse para a galera que trabalha como VJ.

A montagem da primeira exposição de Davis no House teve um monte de particularidades. Como o artista não podia estar presente acompanhando o trabalho, tudo foi produzido aqui, com a supervisão dele via Skype, e fotos e vídeos mandados para cá e para lá. E deu tudo certo!

Grant Davies

Na segunda exposição, Grant mais uma vez inova. As projeções abstratas são deixadas de lado, e ele ocupa um dos quartos do hotel com alguém em vídeo, literalmente. Não podemos contar tudo, pra não estragar o passeio de quem ainda não veio. Mas vale dizer que a estrutura das projeções é de tudo surpreendente.

E que a interatividade divertida dá vontade de ficar ali, brincando mais um pouco.

Quer saber mais sobre o VJ? Clique aqui.

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5 DEC

Terceiro Andar

Só tem uma coisa diferente do evento de abertura da segunda exposição para ela como está hoje, aberta ao público: o terceiro andar. Ontem à noite, Gabriela Golder ocupou quase todos os quartos desse andar, durante duas horas, com hóspedes fictícios.

Atores, escritores, poetas, pessoas que encarnaram personagens e leram textos de sua autoria em looping. Cada quarto foi levemente “personalizado” do jeito da pessoa/texto que estava sendo encenado. E mais: eles podiam ou não interagir com o público.

Assim, quem subia ao “andar fechado”, se deparava com palavras e ambientes distintos, cada um, ocupado a seu modo. Os textos falavam de amor, pessoas em trânsito, espaço, hotel, passado, impermanência. E foi lindo demais.

Ah, tem mais uma coisa legal. Os espaços preservaram suas características. Sujeira e infiltrações, o teto com buracos e móveis maltratados. Durante duas horas o terceiro andar foi um hotel-fantasma ocupado por fantasmas literários.

Pra quem perdeu, logo logo sobem as fotos e vídeos.

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4 DEC

A Cidade Engole o Corpo, por Luiza Cantanhede

Luiza é uma das monitoras da casa e, a nosso pedido, fez uma releitura da obra que mais a inspirou nesse período da primeira exposição. A moça se inspirou nas fotos de Alessandra Cestac, trabalho com que se identificou desde o início.

Confira aqui o resultado:

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