28 NOV
O universo sonoro de Rui Gato

De pequeno, Rui Gato sonhava em ser cientista maluco. Na hora de escolher o que estudar, acabou indo pra arquitetura, pois achava que ali poderia criar bons mixes entre tecnologia e arte. No entanto, o universo sonoro foi pouco a pouco suplantando o das formas, e o português se viu fisgado por completo pelo mundo dos sons.
Arte temporal é o que ele faz, na definição do próprio moço. E, no dia-a-dia, essa arte flerta tanto com a publicidade quanto com os espaços de galeria. Segundo ele, a principal diferença entre os dois tipos de trabalho é o tempo.
Na publicidade, o tempo é curto para a criação, enquanto no trabalho artístico, o timeframe é bem mais estendido, o que possibilita mais desenvolvimento de conceito e experimentação.
Para a primeira exposição, Rui trouxe uma obra chamada Stretch que consiste numa trilha sonora espacializada em sistema surround, totalmente fabricada a partir da gravação da última nota de uma corda de piano, antes de quebrar por excesso de tensão.
Na segunda exposição, mais novidades. Uma pequena pista? Brasil e chuva.
Para mergulhar nos delírios sonoros de Rui, clique aqui.











