26 NOV
Zanderizando (com Vitor)

Pedimos para os monitores escolherem a obra de que mais gostaram e produzir um trabalho inspirado, uma releitura, algo artístico que dialogasse com o que viram. O primeiro a apresentar foi o Vitor, que Zanderizou seu quarto.
Nas palavras dele:
Escolhi a obra do Zander Blom entre todas não só por questões plásticas. Eu poderia ter ficado em dúvida entre mais duas ou três obras… Foi mais por ser um trabalho com o qual eu me identifico, em especial pela forma de expressão direta: cabeça – pincel – papel.
Para mim, é um trabalho que carrega a expressão do artista e vai além de qualquer outro parâmetro que se leve em conta para fazer uma obra. Pensei, então, que talvez a melhor maneira de entender esse trabalho, ou de dar a minha visão, seria recriando-o… Foi o que fiz em meu quarto: remodelei a obra seguindo os mesmos ˜padrões˜ e o que eu penso ter sido o processo de criação de Zander.
A obra é totalmente aberta e liberta, certas partes até acabam tendo um ar de desabafo… Acho que a própria arte é isso mesmo: expressão pura, o famoso “colocar pra fora”, seja lá qual a técnica que você use para isso…
O tema também me interessa muito. Do mesmo jeito que ele trata o assunto de ser um artista em uma residência, em um país novo e no momento em que está, eu reproduzi a obra como um estudante com pretensão de um dia ser um desses artistas.
É a expressão disso e da vida corrida e dividida entre estudo/trabalho/lazer e as bizarrices que aparecem no nosso cotidiano.












Inteligente a forma que fez a releitura da obra de Zander. Parabéns Vitor!
e não é fácil amar em sao paulo!